Um levantamento conduzido ao longo de cinco anos em lagos de várzea do médio Solimões identificou quarenta espécies de peixes ainda não descritas pela ciência. O material está em processo de catalogação.
A equipe reuniu pesquisadores de duas universidades e de um instituto de pesquisa da Amazônia, com apoio de ribeirinhos no reconhecimento dos ambientes de coleta.
Segundo os autores, a diversidade encontrada reforça o argumento pela criação de uma área de proteção na região, hoje pressionada pela pesca comercial e pelo desmatamento das margens.
Os primeiros artigos com a descrição formal das espécies devem ser publicados ao longo do próximo ano em revistas especializadas.
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